Autismo: respeito para todo o espectro!



Conheça as histórias de sucesso da Maria Eduarda e do Felipe


Hoje, 2 de abril, é celebrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, uma data do calendário oficial da Organização das Nações Unidas (ONU). Em 2020, a comunidade envolvida com a causa do autismo no Brasil se une em uma campanha com o tema Respeito para todo o espectro, celebrando a data com a hashtag #respectro nas redes sociais - referência ao nome técnico Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A SORRI-BAURU é referência no diagnóstico especializado e na elaboração de plano terapêutico individualizado para pessoa com TEA. Com o objetivo de favorecer a funcionalidade e a participação em diferentes contextos da vida, o processo de habilitação/reabilitação conta com o envolvimento efetivo da família, e a equipe escolar recebe apoio para a promoção da inclusão. Em 2019, a Instituição atendeu 300 pessoas com diagnóstico de autismo, 96% delas com idade entre 2 e 18 anos. Entre tantas histórias inspiradoras, destacamos os usuários Maria Eduarda e Felipe Donizete. 😊💙

BOA ADAPTAÇÃO ESCOLAR

Maria Eduarda iniciou atendimentos em fevereiro de 2018, apresentando dificuldade na interação social e na comunicação. Durante o período de intervenções, apresentou grandes avanços, conseguindo estabelecer melhor interação e se comunicando por meio da fala de maneira funcional. Foi inserida na escola e teve boa adaptação, tem ótima interação com os colegas.

O PRIMEIRO ABRAÇO

"A gente achava o comportamento do Felipe diferente de outras crianças. Não se compara crianças, mas tenho outros dois filhos e era muito diferente. O choro, a alimentação, a fala... Quando ele ainda estava em fase de diagnóstico, teve uma crise na SORRI igual às que ele tinha em casa. Foi aí que o encaminharam para o autismo. De lá pra cá, é outra criança. Foi uma evolução muito rápida. Em casa, na escola, até na comunidade. Agora, ele brinca com o filho da vizinha.

A natação está sendo ótima. Ele não tinha afetividade com o pai. Não chamava de pai, quase não conversava... Como estão fazendo a natação juntos, ele abraçou o pai pela primeira vez. Aos 8 anos! Ele abraçou, agradeceu. Foi por causa da natação, porque é o pai quem leva, quem segura na água, que ajuda no banho.

A única coisa que eu posso fazer pelos profissionais da SORRI é agradecer todos os dias pela vida de vocês. Às vezes, eu penso o que seria do Felipe se eu não contasse com a SORRI. E não é só pela questão financeira, mas como somos tratados. Não é só profissional, é amor ao próximo." Depoimento da mãe, Priscila Pereira



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Fotos: Rafael Nakaoka e Fernando Beagá/SORRI-BAURU